sábado, 5 de junho de 2010

VIVER DE MODO DIGNO DO EVANGELHO

Fp 1.27


Sem sombra de dúvida a despeito das circunstâncias, sempre dizemos que queremos ter uma vida digna. Isso se reflete nas atitudes que tomamos deixando claro todo esforço e desprendimento nas ações que visam o melhor. O apóstolo Paulo traz uma recomendação preciosa nesta direção: viver de modo digno do evangelho.

Deve-se buscar qualidade de vida, isto fica evidente quando consideramos que somos cidadãos do Reino de Deus, que temos o evangelho como norma de conduta, como princípio de vida, ou seja, é preciso conduzir nossa vida em harmonia com as responsabilidades que este evangelho impõe e com as bênçãos que ele traz.

Uma conduta ilibada, marcada pela devoção à Palavra de Deus refletida na integridade e veracidade de nossa fé, ou seja, não apenas falamos que Cristo reina em nosso coração, mas, de fato, e de verdade o Senhor Jesus dirige nossos pensamentos, e molda nosso caráter. O que não pode ser algo excepcional, contudo de forma habitual e contínua caracterizamos nosso comportamento, pois representamos o Reino de Deus, neste reino terrestre.

Os resultados são visíveis e tremendamente perceptíveis, do envolvimento com o evangelho. São eles: a aprovação de Deus (nossa motivação primária) nos levando a experimentar a beleza e a intensidade da bondade do Senhor; uma consciência clara de quem nós somos e do que queremos, ou seja, a vida passa a ter sentido, nos livrando do vazio quando poderemos alcançar realização interior; um testemunho eloqüente conseguindo assim influenciar esta geração, não com palavras, mas, sobretudo com vida. Por isso, vivamos de modo digno do evangelho.

sábado, 29 de maio de 2010

DISPOSIÇÃO PARA O SERVIÇO


A vida cristã é cheia de desafios, é uma vida dinâmica! No entanto, muitos não estão entusiasmados nem mesmo decepcionados, pois temos vivido sem nenhuma expectativa ou perspectiva, deixamos acontecer ou como se diz: "deixa como está para ver como é que fica". Falta alguma coisa!


Esta atitude é comparada com a Igreja de Laodicéia, que não era nem quente, nem fria, era morna. Deus nos diz que estava a ponto de vomitá-los. A orientação dada foi para serem zelosos e se arrependerem (Ap 3). Percebemos entre outras coisas que faltava disposição para o serviço, pois a recomendação era para serem zelosos.


Esta disposição não faltou à turma que unida a Neemias reedificavam a cidade de Jerusalém, não faltava ânimo, nem motivação. Assim reedificaram "porque o povo tinha ânimo para trabalhar" Ne 4.6. A vida cristã necessita de pessoas com tal disposição, que não são frios ou mornos. Para que isso possa acontecer precisamos tomar algumas atitudes.


Devemos estar em sintonia com o Senhor, ou seja, termos um senso de dependência. Isto faltou a Igreja de Laodicéia achavam-se abastados e que não precisavam de ninguém. Dependem de Deus nossa salvação, nossa família, nosso trabalho, nossa vida, etc. Deus efetua em nós o querer como o realizar (Fp 2.13). Entregue-se ao Senhor, que Deus dirija sua vida. Não permita o desânimo entrar para que suas ações sejam mornas ou desmotivadas, fazendo a sua vida ser sem entusiasmo. Experimente uma vida dinâmica na presença do Senhor.


Que Deus nos abênçõe!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

“EU, PORÉM”.



"Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus da minha salvação..." Miquéias 7.7.

     Os dias do profeta Miquéias eram caracterizados pelo paganismo, imoralidade, corrupção e maldade nacional. Há uma frase que descreve bem o momento: "Pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja reto..." (Mq 7.2a).
        No entanto, Miquéias, se diferencia ao afirmar: "Eu, porém....". Estava consciente de que Deus exige uma postura e comportamento que nos distinga da sociedade mundaneizada. Assume a postura que deve caracterizar todos os que crêem em Jesus Cristo, vemos, portanto, consciência, disposição, definição de vida e de propósito.
     Nós, também, vivemos dias marcados pela efervescência religiosa, frouxidão das exigências éticas, morais e espirituais. E, apesar, disso devemos ser este: "Eu, porém...". Precisamos ser o remanescente fiel que olha firmemente para o Senhor. Miquéias apresenta um contraste entre "pereceu o piedoso" e "olharei para o Senhor", isso significa que nós devemos ter uma vida de piedade, oração, leitura da Bíblia, comunhão com os irmãos, contrição, arrependimento, compromisso com o Senhor.
      Quando Miquéias estabelece que é um homem diferente, ele se coloca na total dependência do Senhor, intercede pelo povo(v. 8-20) e crê nas infinitas possibilidades que o Deus incomparável pode promover a partir dessa dedicação.
        Querido irmão, você também pode ser este "eu, porém". Consciente de sua participação, dedicando-se ao Senhor através da confissão de inteira suficiência em Deus. Exorto-vos a: "Eu, porém, olharei para o Senhor, esperarei no Deus da minha salvação..." (Mq 7.7).

Que Deus nos abênçõe!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

DIA NACIONAL DO JOVEM PRESBITERIANO



A Palavra de Deus nos fala a respeito de todas as questões pertinentes a uma vida adequada neste mundo, "que jaz no maligno" 1ª Jo 5.19. Inclusive contemplando as várias etapas da nossa vida física, como por exemplo, as faixas etárias.
Hoje celebramos o DIA DO JOVEM PRESBITERIANO!
Precisamos ressaltar os valores da Sagrada Escritura para esse tempo onde as palavras que mais descrevem são: beleza, vigor, empreendimento, maturidade. Observe: "... Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno." 1ª Jo 2.14c.
Jovens, sois fortes! Esta afirmação contempla aspectos relacionados ao seu vigor físico como sua condição espiritual. É o tempo de grandes empreendimentos profissionais e conjugais, pois muitos nesse período iniciam sua carreira como se casam. Devem aproveitar esses dias na presença do Senhor, pois "... Deus te pedirá contas" Ec 11.09
Jovens, a palavra de Deus permanece em vós! Vivemos um tempo de relativismo ético-moral, pluralismo e pós-modernismo. Você tem a oportunidade de construir uma vida totalmente diferente, melhor, abençoada se rejeitar o espírito de nosso século e a Palavra de Deus permanecer em sua vida.
Jovens, tendes vencido o Maligno! É um tempo de luta contra a ansiedade, com os problemas sociais do país, como o desemprego. Mas, sobretudo é um tempo de luta contra o Maligno. As ciladas do Maligno querem dispersar o coração do jovem fazendo-o se voltar apenas para a vida social e por isso, vemos nossa juventude perdida. Sem rumo! Coloque-se ao lado de Deus prioritariamente para que você seja mais que vencedor.
Deus te abençoe!

sábado, 8 de maio de 2010

GRATIDÃO, UM PRINCÍPIO DE VIDA.

I Tessalonicenses 5.18.


A gratidão é o aspecto estrutural da ética cristã, pois é um princípio de vida recomendado em toda a Escritura Sagrada. Não é o resultado de uma conjuntura favorável, está no interior do coração nos levando a viver sem murmuração, sem lamentação. Quando lamentamos estamos questionando e criticando a maneira como Deus dirige a história. Como ser grato? Podemos responder esta pergunta apresentando três diretrizes.


A primeira, a gratidão é um exercício espiritual. Constatamos isto ao observarmos as orientações das Escrituras como: "Rendei graças ao Senhor..." (Sl 136.1), "Saiamos ao seu encontro com ações de graças..." (Sl 95.2). Mas, o que mais caracteriza isto, é que o hebreu não contém um conceito autônomo de gratidão, inclui algumas atitudes, tais como: confissão de pecados, proclamação pública dos atributos de Deus, louvor, cânticos (Sl 100). Este exercício espiritual não pode ser frio, ou mecânico, mas deve ser expressão de alegria e deleite!

A segunda, a gratidão é o reconhecimento dos benefícios recebidos. Esta afirmação está baseada nesta declaração: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus..." (Rm 8.28). Vemos que tudo que somos ou temos está intimamente relacionado com a soberania e a providência de Deus. Não somos guiados pelo acaso, sorte ou azar, coincidência, etc. Nosso entendimento é que Deus está no controle, intervém no curso deste mundo direcionand-o para um alvo.


A terceira, a gratidão é a vontade de Deus para nossas vidas. O que Deus requer de cada um de nós é a mais espontânea gratidão, no entanto, ser grato, é uma obrigação e uma determinação. Sejamos gratos, pois enquanto duram as ações de graças as preocupações tendem a desvanecer, se avoluma um senso de otimismo para encarar o futuro, as queixas desaparecem, resoluções se formam, a paz de Deus é experimentada e o Senhor glorificado.


Que Deus nos abênçõe!

sábado, 1 de maio de 2010

CONSTRUINDO UMA FAMÍLIA CRISTÃ

Ao chegarmos em maio, mês da família, lembramos das reuniões familiares, que deixam marcas indeléveis em nossa vida. Mas, nos últimos dias tenho lido notícias assustadoras, pois a família já não é mais uma instituição respeitada, amada e desejada.

Precisamos, urgentemente, recuperar os valores da família, antes que venham dias maus. E, ao fazer a leitura de Colossenses 3. 18-21 "Esposas sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados", percebemos princípios norteadores para construir a família cristã.

Priorizar os relacionamentos é uma tremenda atitude, por diversos motivos: todo ser humano foi criado com capacidade de se relacionar, como expressão da imagem de Deus; e, evidentemente, a família é o lugar onde os relacionamentos são fonte de alegria e saúde. Na palavra de Deus vemos palavras como: submissão, amor, obediência refletem aspectos da vida do casal, e do casal com os filhos.

Mantenha as Escrituras como a base! Este é um valor normativo, pois encontramos na Palavra de Deus orientação segura, prática, espiritual para toda a vida, em todos os segmentos, apresentando preceitos de ética. Não é o mundo com sua filosofia de vida, com sua perspectiva sem Deus que deve moldar nossas famílias.


 

Rev. Márcio de Souza Lima.

sábado, 24 de abril de 2010

“FORTALECENDO AS MÃOS PARA A BOA OBRA”.

Neemias 2.18b.


O que você faria se recebesse notícias ruins de sua família, seu povo? Não sei qual seria nossa reação. Sabemos que um homem ao receber tais desalentadoras notícias mudou completamente o rumo de sua vida, abandonando uma posição digna. Este homem foi Neemias, o copeiro do rei.


Neemias resolve voltar para sua terra e reconstruir sua cidade. Esta é uma história real que se passou no século V antes de Cristo, quando Israel estava retornando do exílio Babilônico e tentavam restabelecer a sua comunidade em Jerusalém e arredores. Para tal atividade os israelitas fazem um pacto selando com estas palavras, "e fortaleceram as mãos para a boa obra" (Neemias 2.18).


Observamos que tomaram três atitudes para realizar tal empreendimento e demonstrar que suas mãos estavam fortalecidas. Primeiro, buscaram conhecer a vontade de Deus, "... não declarei a ninguém o que meu Deus me pusera no coração para eu fazer em Jerusalém..." Ne 2.12. Note que após a inspeção ele lhes "... declara como a boa mão do meu Deus estivera comigo..." Ne 2.18. Este registro mostra que foram movidos pelo conhecimento da vontade de Deus para aquela trágica situação.


Segundo, houve uma disposição para o serviço (v. 18), estavam motivados corretamente para a edificação. Terceiro, demonstraram ter uma fidelidade exclusiva à aliança, aprenderam a lição e agora não queriam se misturar com outros povos espúrios. Deus abençoa estes irmãos e eles começam a mudar de vida. Sua vida também pode mudar se observar estes princípios.


Que Deus nos abênçõe!

Rev. Márcio de Souza Lima.